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No Brasil, o câncer de pulmão representa a principal causa de morte por neoplasia em homens e a segunda em mulheres (em uma população de 186 milhões de habitantes, que possui 30 milhões de tabagistas).
O Instituto Nacional de Câncer estima que o número de casos novos de câncer de pulmão no Brasil em 2008 será de 27.270. Isso significa que haverá 19 casos novos a cada 100 mil homens e 10 a cada 100 mil mulheres. O fumo é o principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma de pulmão, representando 87% dos casos (90% em homens e 79% em mulheres). O risco de desenvolver um carcinoma pulmonar é de 10 a 30 vezes maior nos fumantes que nos não-fumantes. Nestes últimos, é de aproximadamente 1% ao longo da vida.
A melhor maneira de prevenir o câncer de pulmão seria evitar seus fatores de risco por meio da conscientização e da educação da população. Aproximadamente 85% dos casos de câncer de pulmão são diagnosticados em estágio avançado e têm, assim, um prognóstico reservado.
As terapias atuais para o tratamento do câncer de pulmão (cirurgia, quimioterapia e radioterapia) dependem do tipo histológico (carcinoma brônquico não de pequenas células – ou carcinoma de pequenas células ), do comprometimento linfonodal mediastinal, assim como da existência de metástases a distância. A cirurgia ainda oferece a melhor chance de cura definitiva para pacientes com doença limitada, e em estágios iniciais.
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