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A cirurgia traqueal até a poucas décadas atrás limitava-se a execução de traqueostomia e, muito raramente a ressecção de algum tumor de traquéia.
O advento da terapia intensiva e a utilização de ventilação mecânica para dar suporte ventilatório a pacientes em estado grave, fez com que aumentasse o número de complicações traqueais resultando em uma nova patologia cirúrgica: a estenose traqueal pós-intubação prolongada.
Além disto, existem as malformações congênitas traqueais como estenose e malácia (fraqueza das cartilagens traqueais) que muitas vezes necessitam de tratamento cirúrgico durante a infância.
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